Você sabia que nem toda alteração funcional produz uma lesão imediatamente, mas quase toda lesão foi precedida por alterações fisiológicas?
É justamente nesse momento que o Método de Termografia Infravermelha demonstra seu maior potencial, pois o termograma não revela dor e inflamação, não definindo por si só um diagnóstico.
Ele revela o comportamento da radiação infravermelha emitida pelo corpo através da pele, sendo sua expressão indireta da atividade neurovascular, vasomotora e metabólica do organismo.
E, justamente por isso, um termograma não deve ser interpretado apenas pelos valores de temperatura.
O verdadeiro diferencial está na leitura dos padrões térmicos, da simetria fisiológica, da distribuição espacial da temperatura e da coerência funcional entre as diferentes regiões do corpo.
É aqui que muitos profissionais cometem um erro, pois softwares calculam temperaturas, câmeras capturam imagens, mas nenhum equipamento interpreta fisiologia.
Quem transforma uma imagem térmica em informação clínica é o profissional capacitado.
É exatamente esse conhecimento que a Técnica Termofuncional desenvolve: uma metodologia estruturada para integrar a termografia à avaliação fisioterapêutica, ampliando o raciocínio clínico com critérios técnicos, científicos e reprodutíveis.
Isso porque, a câmera registra calor, o software organiza dados e o termografista interpreta a fisiologia.
Essa é a diferença entre possuir um equipamento e dominar um método.
Isso é ser Termografista: é atuar com segurança técnica.
Isso é profissionalismo, isso é ser termografista, isso é Termofuncional.
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Dra. Paula Machado e Eng. Attílio Veratti
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