Casos Clínicos 10

Caros colegas fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, vocês sabiam que uma alteração estrutural pode existir sem produzir sintomas imediatos e que suas repercussões podem surgir ou ser percebidas somente ao longo da evolução funcional?
 
Nem toda alteração é percebida quando começa, mas a fisiologia pode deixar sinais ao longo de sua evolução e isso pode ser captado pela Termografia.
 
Como no caso do termograma abaixo de uma paciente do sexo feminino, 72 anos, com comorbidades, apresentou dor insidiosa no ombro havia uma semana, ainda sem exame de imagem. Foi realizado uma Análise Termofuncional e foram detectados padrões térmicos compatíveis com o contexto clínico, posteriormente correlacionados à avaliação funcional.
 
E aqui está o ponto decisivo: o termograma não deve ser interpretado isoladamente, pois a história clínica, exame físico, funcionalidade e comportamento térmico precisam ser correlacionados.
 
Isso porque o Método de Termografia Infravermelha não determina, isoladamente, qual estrutura está lesionada nem estabelece diagnóstico etiológico. Seu diferencial está em registrar padrões de emissão infravermelha da superfície corporal associados à resposta fisiológica, acrescentando uma dimensão funcional à avaliação.
 
Porque não basta encontrar uma diferença térmica: é preciso saber se ela é fisiologicamente relevante, clinicamente coerente e tecnicamente interpretável.
 
Caros colegas, não esperem a tecnologia chegar à sua clínica pelas mãos de outro profissional, torne-se um Termografista Termofuncional©® e domine o conhecimento que transforma registro térmico em raciocínio clínico.
 
Somos pesquisadores, somos inovadores, somos Termofuncional.
 
Gostou? Venha ser um Termografista Termofuncional©®.
 
Dra. Paula Machado e Eng. Attílio Veratti.
 
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A técnica desenvolvida para a área da saúde com base no método de Termografia
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