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Casos Clínicos 8

Caros colegas fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, vocês sabiam que a Técnica Termofuncional permite interpretar os padrões térmicos identificados pelo Método de Termografia Infravermelha, transformando-os em informação clínica aplicável à prática profissional?
 
A imagem térmica, por si só, não responde às perguntas clínicas, pois o verdadeiro diferencial está na interpretação fisiológica dos padrões térmicos e na sua integração ao raciocínio clínico.
 
Como no caso do termograma abaixo, de uma paciente do sexo feminino, 70 anos, com comorbidades, que apresentou dor no ombro após a prática de musculação. Foi realizado uma Análise Termofuncional e que foram identificadas alterações no padrão de distribuição térmica compatíveis com o relato clínico e com o comportamento fisiológico esperado para o quadro apresentado.
 
Essas alterações evidenciaram aumento da atividade metabólica local, associado ao processo fisiológico em investigação, revelando um padrão térmico compatível com disfunção tendínea, sempre correlacionado à história clínica, ao exame físico e à avaliação funcional.
 
Isso porque, mais importante do que identificar regiões mais quentes ou mais frias, é compreender o significado fisiológico da distribuição térmica observada. É essa correlação que transforma uma imagem em informação clínica relevante para a tomada de decisão.
 
Isso porque a câmera apenas registra a radiação infravermelha emitida pelo organismo e o Método de Termografia Infravermelha revela padrões térmicos.
Já a Técnica Termofuncional ensina a interpretá-los de forma estruturada, fisiológica e clinicamente contextualizada para a Fisioterapia e a Terapia Ocupacional.
 
Essa é a diferença entre quem apenas produz imagens e quem produz conhecimento clínico capaz de qualificar a avaliação funcional e apoiar decisões mais seguras na prática profissional.
 
Somos pesquisadores, somos inovadores, somos Termofuncional.
 
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Dra. Paula Machado e Eng. Attílio Veratti.
 
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